
👽 GM, humanos do criptoverso 👽
Bom dia, Bom dia, essa semana o mundo cripto está bem agitado, por mias que os gráficos não demonstrem isso, nós temos muitaaa coisa rolando em torno do mundo cripto, bora lá!👇

Isso é o que vamos explorar na newsletter de hoje:
Tempo de leitura: 6 minutos
Meta diz “não” ao Bitcoin, mesmo afundando em dinheiro
Mesmo com US$ 72 bilhões em caixa, os acionistas da Meta (liderados pelo próprio Zuck, claro) rejeitaram quase por unanimidade a ideia de adicionar BTC à reserva da empresa. Só 0,08% dos votos foram a favor.
O autor da proposta? Um entusiasta que apontou que 28% dos ativos da empresa estão sendo corroídos pela inflação.
Mas quem se importa com isso quando se pode torrar bilhões em metaverso?
Ainda assim, fica o alerta: até onde as empresas vão ignorar o BTC como hedge?

Blockchain na saúde brasileira: realidade ou ficção científica?
O governo brasileiro anunciou um investimento de R$ 7,3 milhões em soluções blockchain para o setor de saúde, por meio do CPQD e com verba do Ministério das Comunicações.
Por enquanto, parece mais tese do que prática. Mas se sair do papel, pode ser um dos poucos usos reais de blockchain com impacto público direto.

Saylor aperta “comprar” de novo: +705 BTC
A MicroStrategy adicionou mais 705 BTCs ao caixa, gastando US$ 75,1 milhões nessa brincadeira.
Agora são 580.900 BTCs na carteira da empresa, com preço médio de US$ 70k.
Michael Saylor continua a ser o maior acumulador corporativo de Bitcoin do planeta — e segue o plano como se fosse religião.

MetaMask vai ter login com rede social. Liberdade ou concessão?
A Consensys, dona da MetaMask, anunciou a compra da Web3Auth, um serviço que permite login com redes sociais para acessar carteiras cripto.

Motivo? Simples: 35% dos usuários perdem a seed phrase.
A solução?
Menos segurança. Mais praticidade. E sim, agora você poderá acessar sua carteira usando... o login do Google.
A ironia? A carteira símbolo da autocustódia agora caminha para um modelo de custódia “disfarçada” de conveniência.
Mas nem tudo é retrocesso:
Fontes internas dizem que esse é um movimento estratégico para integrar o Bitcoin na MetaMask — coisa que nunca foi prioridade antes.
Em resumo:
O onboarding vai melhorar.
A segurança, talvez nem tanto.
E a MetaMask vai finalmente se abrir para o ativo que todo mundo finge que não existe: o BTC.

Se o seu plano pra proteger milhares de reais em cripto é “entrar com o Gmail”…
então talvez seja melhor deixar tudo na poupança mesmo.
🦊 A MetaMask quer facilitar, mas facilitar demais = abrir brecha.
Quer jogar o jogo de gente grande?
Então pare de dar mole com seed phrase em print, extensão no Chrome ou anotação no caderno da escola.
Compre uma Ledger. Agora.
É o que separa o amador do profissional.
É o que vai te fazer dormir tranquilo no próximo bear market.
Autocustódia só funciona se for feita direito.
O resto é ilusão.

Ross Ulbricht, 300 BTC e o retorno de um fantasma do passado
Ross Ulbricht, o criador da lendária Silk Road, reapareceu em público após 12 anos preso, graças a um perdão presidencial.
O palco? A conferência Bitcoin 2025.
A fala? Um discurso de 30 minutos sobre liberdade, descentralização e o papel do BTC como ferramenta de resistência.
A reação? Uma doação anônima de 300 BTC (mais de R$ 177 milhões) poucas horas depois.
💸 Mas… de onde veio esse dinheiro?
Investigadores da comunidade rastrearam os fundos até o Jambler, um mixer centralizado com pouca reputação entre usuários hardcore de privacidade.
As carteiras ligadas a essa transação já tinham interações com exchanges entre 2014 e 2019 — ou seja, não são moedas antigas da própria Silk Road.
Isso joga por terra a teoria de que Ross usou um "esquema de auto-doação".
🧠 A pergunta que fica:
Foi um milionário emocionado? Um ativista com poder de fogo? Ou alguém tentando ressuscitar a mística da Silk Road por interesse próprio?
Independentemente da resposta, a mensagem foi clara:
A luta por liberdade ainda emociona — e movimenta fortunas no mundo cripto.

Mais americanos têm Bitcoin do que ouro. Literalmente.
Sim, você leu certo: 49,6 milhões de americanos têm BTC, contra 36,7 milhões que têm ouro.
Ou seja — Bitcoin já ganhou no número de mãos.
Mas antes que alguém diga “ah, mas isso não conta as alianças de casamento da vovó”, um aviso:
Isso não inclui joias. É ouro como reserva financeira mesmo.
Agora, o mais importante:
Esses 49,6M representam só 15% da população dos EUA.
Ou seja:
Ainda tem MUITO espaço pra crescer.

Conteúdos da semana
Por fim, fique com alguns conteúdos importantes que preparei essa semana para ajudar você a continuar entendendo o que está acontecendo no mercado cripto. 👇

Dormiu, acordou, coletou
Proteja o que é seu: guarde suas criptos com segurança de verdade.


