👽 GM, humanos do criptoverso 👽

Fora o Bitcoin acima de 109k…

…essas são as principais notícias da última semana do mercado cripto de uma forma SIMPLES para você ficar por dentro das melhores informações!

Vamos! 🖖

Isso é o que vamos explorar na newsletter de hoje:

Tempo de leitura: 6 minutos

🤯 Lançado o primeiro ETF de staking cripto nos EUA — e é da Solana

Ontem o mercado cripto recebeu um produto inédito, o primeiro ETF dos EUA que oferece exposição a uma cripto com recompensas de staking integradas.

Listado na Cboe com valor inicial de US$ 25,47 por ação, o fundo negociou impressionantes US$ 33 milhões já no primeiro dia e promete atrair até US$ 10 milhões em AUM.

Além de oferecer exposição à Solana (SOL), o ETF distribui rendimento gerado pelo staking.

Com custódia e operação de staking realizadas pela Anchorage Digital, o fundo é regulado sob o Investment Company Act de 1940, o que abre as portas para que investidores tradicionais acessem o staking via corretoras comuns.

O que de certo modo leva o sistema tradicional para o mundo cripto, inclusive, em pontos que com certeza o varejo não utiliza, que é o staking.

👾 Hackers roubam R$ 1 bilhão e tentam converter em Bitcoin e USDT

O sistema financeiro nacional sofreu um dos maiores ataques cibernéticos da história.

Hackers invadiram a infraestrutura da C&M Software, empresa autorizada pelo Banco Central, e desviaram cerca de R$ 1 bilhão das contas de reserva de instituições como BMP e Credsystem. O Bradesco, citado inicialmente, negou ter sido afetado.

Após o roubo, os criminosos tentaram converter os valores para Bitcoin e USDT, usando provedores de cripto com integração via Pix.

Algumas plataformas, como mesas OTC e serviços de swap, detectaram movimentações suspeitas e bloquearam as operações, devolvendo parte dos recursos às instituições.

No entanto, segundo fontes do setor, grande parte das tentativas passou por outras empresas e segue sob investigação.

A C&M foi imediatamente desconectada do ambiente do Banco Central, e autoridades como a Polícia Federal já tratam o caso como o maior ataque hacker da história do sistema financeiro brasileiro.

A maioria das instituições afirma que os fundos desviados não comprometem saldos de clientes e que suas operações seguem normais.

Enquanto isso, o setor cripto entra no centro das atenções, tanto pela tentativa de conversão quanto pelo papel na identificação e bloqueio das movimentações ilícitas…

🇺🇸 EUA passam a aceitar cripto como patrimônio para crédito imobiliário

Pela primeira vez, o governo dos Estados Unidos vai permitir que ativos virtuais como Bitcoin e Ethereum sejam considerados na concessão de crédito habitacional.

A medida foi anunciada pela FHFA, uma espécie de “Banco Central” do crédito imobiliário americano, que ordenou que Fannie Mae e Freddie Mac comecem a desenvolver metodologias para avaliar criptoativos como parte do patrimônio de quem busca financiamento.

O detalhe mais importante é que não será exigida a conversão prévia para dólares, ou seja, cripto mantido em corretoras reguladas poderá contar diretamente na análise de risco.

A mudança representa um marco para a legitimidade do setor: cripto começa a entrar de vez na economia tradicional, não como ativo especulativo, mas como reserva de valor com utilidade prática.

Enquanto isso, o Brasil ainda engatinha.

Por aqui, cripto ainda é ignorado nas análises de crédito, tratado com desconfiança por bancos e foco quase exclusivo em regulação fiscal. Mas com medidas como essa dos EUA, a pressão por modernização tende a crescer.

🏦 ETF de Bitcoin da BlackRock fatura mais que o fundo do S&P 500

O ETF de Bitcoin da BlackRock (IBIT) ultrapassou o fundo de S&P 500 da própria gestora (IVV) em receita anual. Mesmo com “apenas” US$ 70 bi sob gestão, o IBIT rende mais que o IVV que tem US$ 624 bi.

Motivo?

A taxa de administração: o IBIT cobra 0,25%, enquanto o fundo de ações cobra só 0,03%. Resultado: o fundo de Bitcoin gera US$ 187,2 milhões por ano, contra US$ 187,1 milhões do IVV.

É a prova de que o mercado está disposto a pagar mais por exposição a ativos que realmente fazem diferença no portfólio.

E que o Bitcoin, hoje, é visto como estratégico por gigantes de Wall Street.

🟢 SEC aprova ETF com XRP, SOL e ADA, e isso pode mudar tudo

A SEC autorizou a conversão do Grayscale Digital Large Cap Fund em ETF público na NYSE Arca. O fundo mistura Bitcoin (80%), Ethereum (11%) e uma pequena fatia de XRP, Solana (SOL) e Cardano (ADA).

Na prática, é o primeiro ETF aprovado com exposição a XRP e ADA.

A notícia vem logo após o sinal verde para o ETF de staking de Solana, indicando um movimento de abertura regulatória.

Parece que cripto vai cada vez mais dominar tudo mesmo.

Mais que isso: a SEC estuda uma estrutura genérica de aprovação automática para ETFs cripto, o que pode acelerar o lançamento de novos produtos com menos burocracia e mais previsibilidade para o mercado.

Se isso se concretizar, a próxima leva de ETFs pode chegar muito mais rápido do que se esperava.

Conteúdos da semana

Por fim, fique com alguns conteúdos importantes que preparei essa semana para ajudar você a continuar entendendo o mercado cripto. 👇

Dormiu, acordou, coletou

4.20 Lucas 👽

Continue lendo