
👽 GM, humanos do criptoverso 👽
Feliz ano novo, meus queridos defizeros e futuros defizeros!🖖
Trazendo as últimaaas novidades do mercado cripto e atualizações de 2026!
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Isso é o que vamos explorar na newsletter de hoje:
Tempo de leitura: 6 minutos
🔮 O que esperar de 2026?
2026 vem com expectativa:

Mercados não andam em linha reta, é só observar que existem CICLOS, e é normal e totalmente NATURAL as oscilações, eles alternam entre excesso de medo, excesso de confiança e longos períodos de construção silenciosa.
O próprio Bitcoin passa por isso:

Funciona mais ou menos assim:
Fase de medo: liquidez some, narrativas morrem, ninguém quer olhar gráfico;
Fase de construção: preço anda de lado, fundamentos melhoram, mas sem aplauso;
Fase de euforia: tudo “faz sentido”, valuation vira detalhe, risco é ignorado.
O erro comum é achar que o ciclo começa quando todo mundo percebe. Na prática, quando vira consenso… ele já está avançado.
Onde 2026 entra nessa história:
O que muita gente enxerga hoje é isso:
Infraestrutura mais madura;
Institucional já dentro (ETF, custódia, tesourarias);
Stablecoins, onchain, tokenização deixando de ser tese e virando uso real;
Menos hype ingênuo, mais capital profissional.
Isso não garante alta, mas muda a qualidade do ciclo. Se 2021 foi excesso de alavancagem e varejo, o próximo movimento tende a ser mais lento, mais estrutural, mais seletivo.
O mercado costuma premiar quem:
Entende em que fase está;
Não confunde narrativa com realidade;
Não espera certeza para agir.
2026, goste ou não, é mais um ano pra aproveitar bem as oportunidades e o jogo já começa agora, no início, enquanto a maioria ainda está com medo.

📉 O ciclo de 4 anos do Bitcoin ficou menos “regrado”?
O Bitcoin costuma andar em blocos de 4 anos (os números 1–4 ali embaixo), e o ano pós-halving normalmente entrega um fechamento forte.

Só que, dessa vez, o fechamento do ano pós-halving veio fraco. E isso bagunça o “calendário mental” de muita gente.
Na prática o mercado em volta do bitcoin mudou.
Hoje tem ETF, tem basis trade, tem tesouraria corporativa, tem derivativo dominando o curto prazo.
O preço não responde só ao “halving + varejo eufórico”. Responde a ciclo de crédito, rotação de risco e posicionamento institucional.
O efeito colateral é bem direto de que o ciclo continua existindo, mas ele perdeu a pontualidade. E é por isso existem chances de 2026 ficar interessante.
ps: ainda não temos nenhuma confirmação de qual direção iremos seguir, apenas estamos vendo grandes avanços para o mercado cripto, independente da direção e do momento do ciclo.

🪙 Stablecoins explodiram em 2025 e viraram “infra” oficial do sistema
2025 foi o ano em que stablecoin parou de ser “coisa de cripto” e se tornou produto financeiro com regra, licença e distribuição global.
O número que resume tudo: a categoria cresceu 49% no ano, saindo de US$ 205B para US$ 300B de market cap (jan → fim de nov).
O que abriu as comportas:
Regulação nos EUA com a Lei GENIUS, trazendo um framework federal e reduzindo o “risco jurídico” que travava institucional.
Europa com MiCA e mais clareza operacional pra quem quer emitir, custodiar e distribuir.
Instituições ligando a máquina: Stripe entrando pesado, PayPal expandindo o PYUSD pra outras redes, Circle fazendo IPO e botando a narrativa no modo “Wall Street”.
O detalhe mais importante não é o market cap.
Emissor grande agora quer licença bancária (Circle, Ripple, Paxos, BitGo…).
Regulador já trata stablecoin como peça do sistema, não “experimento”.
E o debate sai do “vai dar certo?” e vai pra “quem controla o trilho e quem captura o spread?”.
A própria discussão de reservas continua viva. A S&P, por exemplo, bateu na Tether por risco de composição (porque, no fim, stablecoin é tão “estável” quanto a confiança nas reservas e na governança).

🕵️♂️ Governo brasileiro vai “ligar o radar” onchain em 2026
O Ministério da Justiça fechou um contrato pra usar software de rastreamento e análise de transações em blockchain a partir de 2026.

Na prática, é o Estado comprando estrutura pra seguir trilhas onchain em investigações, com licença, suporte, atualização e treinamento “hands on”.
Foram 10 licenças de um software de análise onchain;
Custo total de R$ 1,7 milhão (R$ 170k por licença);
Inclui treinamento, suporte e atualizações;
Uso ligado a MJSP e Polícia Federal, mirando crimes;
A ideia não é só Bitcoin. Cita redes como Ethereum, Tron, Dash, XRP e outras.
Em 2026 o Estado tem aumentado muito os olhares sobre o mercado cripto, e não somente no Brasil, mas no mundo.

🏦 Cortes do Fed em 2026 podem ser o “catalisador” pro varejo voltar pra cripto
Se 2025 foi o ano da infraestrutura, 2026 pode ser o ano do apetite por risco voltando, desde que o Fed realmente siga afrouxando.
Um analista (Owen Lau, Clear Street) cravou a leitura: juros em queda tendem a reacender entusiasmo do varejo e das instituições com cripto. A ideia é velha, mas continua funcionando: quando a renda fixa perde charme, o investidor volta a procurar “assimetria”.
O que muda na prática
O ponto não é só “cortar juros”. É o quão agressivo isso vai ser.
Se os cortes forem fortes/contínuos, o varejo volta mais rápido.
Se o Fed hesitar, o mercado fica no “quase” e cripto vira mais trade do que tendência.
O próprio mercado parece cético com cortes logo no começo do ano: janeiro ainda estaria com probabilidade baixa, e a confiança aumenta mais pra março/abril. Ou seja: o timing importa, e o ritmo importa mais ainda.


🟠Strategy “despausa” e compra mais 1.229 BTC
A Strategy (ex-MicroStrategy) voltou às compras no fim de 2025, adicionando 1.229 BTC por US$ 108,8M, a um preço médio de US$ 88.568 por Bitcoin.
Com isso, o tesouro da empresa sobe para 672.497 BTC, com custo médio histórico em torno de US$ 74.997.
Na semana do Natal, ele tinha feito o movimento “anti-meme”: não comprou BTC, reforçou caixa em dólar.
Isso parece pequeno, mas é o coração da estratégia.
Porque o maior risco da Strategy não é “errar o topo”. É ser forçada a vender no fundo pra honrar compromisso.
Então a lógica fica bem clara:
Dólar como amortecedor (curto prazo, obrigações, dividendos, juros)
Bitcoin como tese de balanço (longo prazo, reserva, narrativa)
A empresa quer que o mercado entenda que ela não está alavancada no sentido emocional. Ela está estruturada pra continuar comprando sem precisar virar vendedora quando o gráfico ficar feio.
No fim, o Saylor continua vendendo a mesma ideia, só que cada semana ele vende com ação, não com tweet.
A pergunta é: isso é convicção de longo prazo… ou um modelo que só funciona enquanto o mercado aceitar a Strategy como “ETF com ego”?
Conteúdos da semana
Por fim, fique com alguns conteúdos importantes que preparei essa semana para ajudar você a continuar entendendo o que está acontecendo no mercado cripto. 👇

Dormiu, acordou, coletou
