
👽 GM, humanos do criptoverso 👽
Acompanhe as principais notícias do mercado cripto da última semana!👇

Isso é o que vamos explorar na newsletter de hoje:
Tempo de leitura: 6 minutos
🐳 Baleias acumulam BTC temendo que Trump “argentinize” os EUA
Carteiras com 10 a 10 mil BTC adicionaram 218.570 moedas desde março.

As chamadas “tesourarias” de Bitcoin estão crescendo, e o motivo pode ser mais político do que técnico.
Os grandes players estão se protegendo de uma possível crise fiscal americana, caso Trump volte ao poder e empurre os EUA para o caminho da inflação descontrolada…
O alerta tem nome: Big Beautiful Bill, um pacote aprovado por Trump no Congresso que deve injetar US$ 3,8 trilhões na dívida federal, já acima de US$ 36 tri.
A confiança no dólar como ativo de proteção despenca… e o BTC vira alternativa de longo prazo, como já vemos com ETFs, tesourarias privadas e fundos.
O FED resiste, mas já admite corte em setembro. E Trump pressiona por juros baixos pra sustentar o “tarifaço” e conter o impacto nas contas públicas.
Na dúvida, o mercado institucional se antecipa, e o Bitcoin agradece.


🧠 CryptoPunks disparam e levanta dúvida sobre a tese do bull market dos NFTs
O preço mínimo dos CryptoPunks ultrapassou US$ 208 mil, o maior nível desde abril de 2022, impulsionado pela recente alta do Ethereum e uma possível nova onda de valorização dos NFTs.
Em ETH, o floor chegou a 53,84 ETH, ainda abaixo do topo histórico.

O rally não é só “ruído pós-alta”: a valorização do ETH tem efeito quase mecânico no apetite por NFTs blue-chip.
Outras coleções também surfam a onda:
Pudgy Penguins saltaram quase 200% e assumiram o 2º lugar no ranking;
Fidenzas, da Art Blocks, encostaram nos Punks, com floor a 42 ETH, uma sinalização clara de que a narrativa da arte generativa está ganhando tração.

A Node Foundation, criada por Micky Malka (Ribbit Capital), planeja um museu de arte generativa no Vale do Silício. Já a GameSquare está comprometida a gastar milhões em NFTs premium, como o Ape Punk do fundador da Compound.
A liquidez ainda é baixa em termos gerais.

💥 Solana lucra com memecoins
Anatoly Yakovenko, cofundador da Solana, voltou a atacar memecoins e NFTs.
Chamou os ativos de “digital slop”, algo como “lixo digital”, e comparou ao vício de loot boxes em jogos mobile.
“Memecoins não têm valor. NFTs também não”, disse Anatoly.
A fala gerou críticas, principalmente porque mais de 60% da receita atual da Solana vem justamente desses ativos.

Só em junho, memecoins representaram 62% da receita dos apps da rede, segundo dados da Syndica. E no 1º semestre de 2025, foram US$ 1,6 bilhão movimentados.
A contradição gerou confusão na comunidade. Criadores e influenciadores acusaram Yakovenko de hipocrisia: ganha com memecoins, promove projetos... e ainda assim diz que tudo isso “não tem valor”.

📉 Cripto ainda é vista como “muito arriscada” nos EUA
Uma nova pesquisa da Gallup expõe o abismo entre o crescimento do setor e a percepção do público.
Mesmo com PayPal, Fidelity, ETFs e marco regulatório em alta, 60% dos americanos dizem que nunca vão investir em cripto.

Entre investidores com mais de US$ 10 mil no mercado tradicional, 64% consideram cripto “muito arriscado”.
A desconfiança continua alta mesmo entre quem afirma entender o setor.
O contraste geracional também é claro:
24% dos homens entre 18 e 49 anos têm cripto.
Entre mulheres e pessoas acima de 50, o número cai para menos de 10%.
Apesar da popularização dos termos, só 35% dizem saber como cripto funciona, ou seja, educação ainda é o maior gargalo da adoção, não o acesso.
O mercado pode estar mais preparado do que nunca, mas o varejo americano ainda não confia. E isso muda tudo para as próximas fases de crescimento.
É mais oportunidade para quem quer comprar cripto mais barato.
💸 Hacker interno rouba US$ 44 mi da CoinDCX
Um engenheiro de software de Bengaluru foi preso por suspeita de participação em um roubo de US$ 44 milhões em USDT na exchange indiana CoinDCX.
Foi drenado R$ 240 milhões para 6 carteiras diferentes.
A investigação revelou que o laptop corporativo de Rahul Agarwal, de 30 anos, foi usado no ataque. Ele nega envolvimento direto, mas admitiu fazer freelas para clientes desconhecidos, recebendo instruções por WhatsApp de um número alemão.
Enquanto o valor não foi recuperado e as carteiras seguem ativas, a CoinDCX corre contra o tempo para conter danos à reputação.
E o mercado aprende, mais uma vez, que o maior risco pode estar dentro da empresa.
Conteúdos da semana
Por fim, fique com alguns conteúdos importantes que preparei essa semana para ajudar você a continuar entendendo o que está acontecendo. 👇

Dormiu, acordou, coletou

