
A inflação é um daqueles problemas que todo mundo sente, mas poucos realmente entendem.
Seu dinheiro vale menos a cada ano, os preços sobem e a solução que bancos e governos oferecem é sempre mais do mesmo.
Todo mundo já está ficando cansado dos produtos estarem mais caros a cada dia.
Mas se você acha que esse é um fenômeno recente ou um problema do Brasil, está na hora de olhar para a história e entender o jogo que está sendo jogado.
O real que você usa hoje já foi outra moeda. E antes dela, outra.
O Brasil tem um longo histórico de criar novas moedas para mascarar o mesmo problema: a desvalorização constante do dinheiro.

Cada novo plano econômico prometia resolver a inflação, mas no fim das contas, o que aconteceu foi uma série de cortes de zeros e mudanças de nome que não resolveram a causa real do problema.
E essa não é uma exclusividade brasileira.
O dólar, a moeda mais poderosa do mundo, também está seguindo esse caminho, só que de maneira mais lenta e silenciosa.
Então, vamos entender qual a solução para este cenário econômico atual.
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Inflação não é um erro do sistema, é o sistema funcionando perfeitamente…
A ideia de que a inflação pode ser "controlada" com política monetária é uma ilusão.

Sinceramente, é mais fácil acreditar que papai noel existe de que a inflação será realmente controlada.

Você tem duas opções: escolher o Bitcoin ou acreditar que a inflação será controlada.
No fundo, ela é um mecanismo que sustenta o modelo econômico atual.
Governos gastam mais do que arrecadam e cobrem esse déficit com emissão de moeda. Isso significa que, ao longo do tempo, a população paga essa conta por meio da perda de poder de compra.

No Brasil, já passamos por várias reformas monetárias, todas com o mesmo objetivo: tentar apagar os efeitos da inflação sem corrigir suas causas.
Sabe quantas vezes funcionaram? Nenhuma…
Por que a próxima irá funcionar? Fica aí o questionamento…
No fim das contas, o dinheiro perde valor gradualmente, até que chega um momento em que a única saída é mudar a moeda. E enquanto isso, quem mantém seu patrimônio em reais vê sua riqueza ser drenada sem perceber.
Nos Estados Unidos, o mesmo mecanismo acontece, mas com um detalhe: o dólar tem um alcance global, o que faz com que seu impacto demore mais a ser sentido.

Mas basta olhar para os dados para perceber que a moeda americana perdeu mais de 98% de seu poder de compra desde que o padrão-ouro foi abandonado em 1971.
O que isso significa na prática? Se você estivesse guardando dinheiro no banco ao longo das últimas décadas, teria perdido praticamente tudo.
Infelizmente, a realidade é dura.

Ativos escassos como refúgio:
Diante da desvalorização constante das moedas fiduciárias, o que resta é buscar ativos que preservam valor ao longo do tempo.
O ouro sempre desempenhou esse papel, sendo utilizado por séculos como reserva de valor. Mas não nos últimos anos…

Pode observar a diferença…
O bitcoin tem ganhado com facilidade essa disputa.
Enquanto o ouro precisa de infraestrutura para ser armazenado, transportado e negociado, o bitcoin resolve esses problemas de maneira simples e direta.
Ele é programado para ser escasso, com uma oferta limitada a 21 milhões de unidades, e sua emissão segue um modelo previsível e inalterável.
Ao contrário do real ou do dólar, que podem ser impressos em quantidades ilimitadas pelos bancos centrais, o bitcoin não pode ser manipulado por governos ou instituições financeiras.
Sua escassez e sua natureza descentralizada o tornam a opção mais eficiente para quem busca preservar riqueza no longo prazo.
Por que bancos e corretoras não querem que você entenda isso
Se as moedas fiduciárias perdem valor e ativos como bitcoin oferecem proteção contra isso, por que a maioria das pessoas ainda mantém seu dinheiro em bancos e corretoras tradicionais?

A resposta é simples: o sistema financeiro foi projetado para que a maior parte da população continue dependente dele.
Os bancos lucram ao captar dinheiro pagando rendimentos insignificantes e emprestá-lo a juros altíssimos. As corretoras vivem de vender produtos financeiros que raramente superam a inflação e cobram taxas para que você tenha "acesso" a esses investimentos.
Mas a realidade é que existem alternativas muito mais eficientes fora desse sistema.

Rendimento on-chain: a grande mudança
A verdadeira transformação financeira não está acontecendo nos bancos ou nas corretoras, mas sim via on-chain.
As finanças descentralizadas (DeFi) permitem que qualquer pessoa possa acessar produtos financeiros sem precisar de intermediários.
Hoje, é possível gerar rendimento em camada principal de diversas formas:
Lending (empréstimos cripto) – Em vez de deixar dinheiro parado no banco, você pode emprestar stablecoins diretamente na blockchain e receber juros reais.
Staking – Algumas criptomoedas oferecem recompensas para quem participa da validação da rede, gerando um retorno passivo.
Yield Farming – Estratégias avançadas que permitem otimizar o retorno ao fornecer liquidez em protocolos descentralizados.
Enquanto bancos e corretoras te oferecem 1% ao ano na poupança, o universo DeFi abre possibilidades muito mais rentáveis, sem necessidade de confiar em uma instituição financeira para intermediar as transações.
Chegando em até 15% ao mês.
E, fica a pergunta, por que não entrar de vez para o mercado cripto?
Não sabe como fazer, aqui vai um tutorial:

Mudança de mentalidade: sair do sistema que te mantém refém
A maior barreira para a adoção dessa nova realidade não é a tecnologia, mas sim o medo da mudança.
É normal sentirmos medo de mudar para algo novo.
Principalmente ao estarmos acostumados com mercado de FIIS e Poupança.
Fica parecendo mentira o que acontece em DeFi. Eu e boa parte da comunidade do Defiverso sentimos isso.
Durante anos, fomos condicionados a acreditar que dinheiro só é seguro se estiver em um banco, que investimentos precisam de um gestor para serem bem-sucedidos e que a única forma de proteger patrimônio é comprando produtos financeiros tradicionais.
Mas a verdade é que esse modelo só beneficia os intermediários.
A descentralização financeira já provou ser mais eficiente para preservar e aumentar capital.
Quem entende isso cedo tem a vantagem de sair da corrida da inflação e construir um futuro financeiro mais sólido.
O sistema tradicional não vai mudar…
Bancos continuarão imprimindo dinheiro, governos seguirão controlando a política monetária e corretoras seguirão vendendo produtos de baixo retorno…
Mas a boa notícia é que você não precisa mais depender desse sistema.
A pergunta que fica é: você vai continuar aceitando que seu dinheiro perca valor com o tempo ou vai assumir o controle do seu próprio patrimônio?
Aproveite para mudar a sua vida financeira entrando para o Defiverso e aprenda profundamente sobre pools de liquidez, airdrops, como proteger o seu dinheiro e muito mais:
