
O Bitcoin valorizou mais de 100% nos últimos 12 meses.

E só nos últimos 7 dias, avançou cerca de 5%, um movimento que, no meio de um ciclo lateralizado, não pode ser ignorado…
O preço em torno de R$ 635 mil hoje é mais que o dobro do registrado no mesmo período do ano passado. Mas a força dessa alta não está só no número, pois, ela revela um ponto importante do ciclo.
Como lembra Howard Marks:
“Não se ganha dinheiro no mercado comprando o que todo mundo já gosta, mas sim no momento em que quase ninguém quer.”

Se esse padrão se repetir, a alta da semana generalizada no mercado cripto pode ser menos sobre o agora… e mais sobre o que vem quando a liquidez e o apetite a risco voltarem em força.

Inclusive, vi muitos conseguindo sair do extremo negativo que a carteira estava. Mas rebalancear e ficar bem posicionado em bons ativos muda tudo!
Mas antes de começarmos, quero relembrar todos vocês que o aniversário do Defiverso está chegando, falta menos de uma semana, e iremos trazer uma promoção única e especial de aniversário no dia 14 de agosto.

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Análise geral do mercado cripto: o que vai acontecer agora?
A dominância do Bitcoin recuou de 64,3% para 59,7% no último mês.

Isso, à primeira vista, parece perda de força… Na prática, é sinal de rotação, porque depois de puxar a alta, o BTC está permitindo que parte do capital migre para as altcoins.
O gráfico do ETH/BTC, analisado pelo Titan of Crypto, reforça essa leitura.

Tivemos um breakout claro, uma fase curta de consolidação e agora uma nova expansão, movimento típico quando o mercado começa a diversificar risco.
Se essa tendência continuar, Ethereum tende a ganhar terreno frente ao BTC nas próximas semanas.

Mas o macro colocou um freio…
Na última reunião, o Fed manteve os juros, cortou a projeção de reduções para apenas um corte em 2025 e deixou claro: não haverá alívio enquanto o mercado de trabalho seguir aquecido.
Esse “modo travado” mantém a liquidez global apertada. E sem liquidez nova, qualquer avanço fora do BTC precisa de suporte sólido, tanto no gráfico quanto na narrativa.
Então, o cenário atual é claro:
BTC querendo ou não é o eixo do ciclo;
Altcoins ganham espaço;
O Fed ainda é muito definidor do mercado global e é importante continuar analisando o dólar.
E caso queira se aprofundar nessa questão, leia o conteúdo a seguir:

Fluxo dos ETFs: pausa estratégica, não colapso!
Depois de meses de fluxo forte, os ETFs de Bitcoin começam a mostrar sinais de respiro.
Na última semana, houve saída líquida de R$ 624 milhões, mesmo com o acumulado de agosto ainda positivo em R$ 1,51 bilhão. Nos últimos três meses, o saldo segue expressivo: +R$ 1,75 bilhão.

Ou seja, não estamos diante de uma fuga, mas de uma pausa no ritmo.

Essa desaceleração, de certo modo, não é necessariamente negativa.
No contexto de ciclo, costuma marcar períodos de consolidação, quando o preço segura suportes e o mercado aguarda um novo gatilho de liquidez para retomar força.
O ponto de atenção é claro, se o fluxo voltar a ganhar tração enquanto o BTC se mantém acima das zonas críticas, o próximo movimento pode ser para testar novas máximas.
Se continuar negativo por várias semanas, aumenta a chance de realização mais profunda.

Altcoins: Força real ou só euforia passageira?
O Ethereum segue como protagonista, atraindo novos compradores e tentando romper resistências-chave, mas ainda sem confirmação.

No agregado, o valor de mercado das altcoins ultrapassou o topo anterior e fechou a semana acima dele, um sinal positivo, mas que exige teste de força.
Praticamente todos os nichos cripto, de AI tokens a memecoins, superaram o Bitcoin na última semana. Fica até difícil de ver o BTC, de tão pequeninho que ficou hahaha:

Porém, essa “altseason” ainda não está oficialmente aberta, tirando BTC e ETH, o restante do mercado não renovou máximas. Sem o rompimento da média de 50, esse movimento pode ser só um fôlego temporário.
O cenário macro segue como freio: Fed ainda no modo quantitative tightening e gap de liquidez no BTC entre 110–115 mil dólares.
Se esse suporte for testado, altcoins devem sentir primeiro o impacto.

As oportunidades continuam quentes, e não é só uma alta de uma semana, mas significa que boas oportunidades podem estar por vir.

Alta sustentável ou apenas um respiro?
O rali das últimas semanas trouxe otimismo generalizado.
O fluxo institucional segue entrando, Ethereum tenta romper resistências e quase todos os setores de DeFi até as próprias memecoins, performaram acima do Bitcoin no curto prazo. Esses são sinais legítimos de força.
Mas, deixando claro que não é necessariamente um problema, mas um movimento natural do mercado.
Mas os riscos estão cada vez mais claros:
Fed decide política monetária nesta semana, e um tom mais duro pode cortar o apetite por risco.
Liquidez global mostra sinais de desaceleração para os próximos 2 a 3 meses e o cripto costuma reagir com atraso.
Dados macro como PMI e tarifas comerciais podem pressionar a confiança se vierem abaixo do esperado.
Na leitura de ciclo, estamos no quadrante “mercado aquecido”: ainda há espaço para esticar até patamares de 127–130 mil no BTC, mas cada novo avanço deixa a corda mais tensionada.

É como acelerar no fim da reta, a velocidade é boa, mas a curva está logo ali.
E deve migrar para outras moedas, já vimos isso, e aproveitar as grandes oportunidades é ainda mais natural, mas com cautela para não deixar a carteira negativa.

O preço não conta toda a história
O Bitcoin pode até arrancar mais alguns dígitos nas próximas semanas como vimos na análise. Mas quem olha só para o preço está jogando no modo fácil… e no modo fácil, o mercado sempre vence…
Os sinais de curto prazo mostram força: altcoins superando o BTC, Ethereum testando resistências e nichos inteiros performando melhor que o índice.
Mas, por baixo dessa euforia, indicadores de exaustão começam a chamar a atenção, como: liquidez em desaceleração, realização de lucros aumentando, postura do Fed ainda carregando incerteza e dados macro que podem inverter o jogo rápido.
Estamos na faixa em que cada decisão vale mais que o próximo candle.
Quem só reage ao preço corre o risco de confundir respiro com tendência. Quem lê o fluxo, o sentimento e o ciclo, consegue se posicionar antes que a narrativa mude.
Por isso, a diferença entre sobreviver e multiplicar está em como você interpreta o que ninguém está falando (ainda). Se você quer aprender a fazer isso com consistência, ler o fluxo antes do gráfico e montar uma carteira que se sustenta no tempo…
O Defiverso vai abrir nova turma dia 14 de agosto e está comemorando 3 anos. E o presente quem ganha é você.
Inscreva-se na lista de espera e fique de olho nas novidades.
Espero você! 🖖👽


