Durante muito tempo, falar em “Pix rastreado” soava como exagero ou alarmismo.

A própria narrativa institucional tratava o tema como irrelevante para o cidadão comum.

Isso mudou.

O sistema financeiro brasileiro entrou em uma nova fase de monitoramento de fluxos, impulsionado por um objetivo específico: combater fraudes, golpes e crimes financeiros, facilitando a recuperação de valores e o rastreio do caminho do dinheiro…

Na prática, isso significa que o Pix passou a ser analisado menos como uma transação isolada e mais como um comportamento financeiro contínuo.

E é aí que a discussão começa a ficar sensível. Vamos entender o que está acontecendo👇👽

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