O mercado cripto vive de atenção.

E quando investidores institucionais, empresas de tecnologia, bancos e até o varejo começam a se mover em direção a um setor específico, é sinal de que algo grande está por vir.

E, agora, a atenção está com as stablecoins que deixaram de ser apenas um meio de transação estável para se tornarem protagonistas em uma grande narrativa.

Recentemente, tivemos um marco regulatório com o avanço do Genius Act, uma proposta de regulamentação que abre espaço para que bancos emitam suas próprias stablecoins nos Estados Unidos.

Isso representa um salto gigantesco de confiança e integração entre o setor financeiro tradicional e o universo cripto.

Além disso, grandes empresas como a Stripe e o próprio JP Morgan já estão criando soluções baseadas em stablecoins.

Até o presidente Donald Trump lançou a sua stablecoin. Não é coincidência, o mercado está se alinhando com essa nova realidade, onde os dólares digitais tokenizados ganham cada vez mais espaço e utilidade.

Esse movimento traz consigo uma forte narrativa de adoção institucional, que, como já vimos em ciclos anteriores, é uma das engrenagens mais poderosas para impulsionar preços e projetos.

E tudo isso está acontecendo agora. Só observar que hoje estamos em 246 bilhões e tem potencial para chegar em 2 TRILHÕES de dólares…

Vamos entender essa narrativa detalhadamente🖖👇

O que são stablecoins e quais tipos existem?

Stablecoins são criptomoedas que buscam manter um valor estável, geralmente atrelado ao dólar.

Mas nem todas são criadas da mesma forma, e entender isso é essencial para identificar riscos, oportunidades e os projetos com mais potencial dentro do setor.

Hoje, existem cinco grandes categorias de stablecoins:

  1. Colateralizadas por Fiat (moeda fiduciária):

    São as mais comuns e dominam o mercado. Exemplo: USDT (Tether) e USDC (USD Coin). Para cada token emitido, há um dólar guardado ou aplicado em títulos do Tesouro dos EUA. Isso garante estabilidade e liquidez, mas também significa centralização.

  2. Colateralizadas por Commodities:
    Tokenizam ativos como ouro, oferecendo uma forma digital de exposição. Exemplo: PAXG (Paxos Gold). Interessante para quem busca lastros físicos, mas ainda pouco adotadas em larga escala.

  3. Colateralizadas por Criptoativos:
    Garantidas por outras criptos como ETH ou BTC. Exemplo: DAI e USDS.
    São mais descentralizadas, mas também mais voláteis. Exigem overcollateralization (mais garantias do que o valor emitido).

  4. Baseadas em Títulos Públicos (Tokenized Treasuries):
    São stablecoins que usam títulos do Tesouro como lastro, oferecendo rendimento automático aos holders. Exemplo: USDY (da Ondo) e USC.
    Ganha destaque na narrativa dos Real World Assets (RWAs) e na tokenização da dívida pública.

  5. Algorítmicas:
    Não possuem colateral direto. Usam algoritmos e incentivos de mercado para manter o preço. Exemplo: USDE (da Ethena). São mais arriscadas e polêmicas. O histórico da UST/Luna deixou marcas, mas novas abordagens, como a da Ethena, tentam provar que é possível fazer funcionar.

Esse entendimento é importante porque cada tipo de stablecoin envolve modelos diferentes de risco, controle e utilidade.

E as mais dominantes, são:

E mais, que por trás dessas moedas, há projetos, blockchains, protocolos e tokens que podem ser os grandes beneficiados com a próxima onda de crescimento.

Projetos que podem surfar a nova onda das stablecoins

Com o avanço institucional e a expansão do uso de stablecoins, surgem também os protagonistas desse novo momento. Hoje, uma das melhores formas de fazer dinheiro, é exatamente usando stablecoins:

São projetos que emitem, integram ou criam soluções sobre essas moedas estáveis, e que podem se valorizar no processo.

Ethena (ENA)

A Ethena está na linha de frente com a USDe, uma stablecoin algorítmica que se mantém estável usando mecanismos como funding rates e estratégias DeFi.

MakerDAO (MKR)

Um dos nomes mais consolidados quando se fala em stablecoins descentralizadas. A Maker é responsável pela DAI e USDS, ambas colateralizadas por criptos como ETH e até USDC.

Recentemente, o projeto passou por rebranding e vem se reposicionando para atrair mais atenção nessa nova fase do mercado.

Aave (AAVE)

Gigante no setor de empréstimos descentralizados, a Aave detém cerca de 80% de market share nesse segmento.

Sua stablecoin GHO está em crescimento e vem sendo integrada aos seus protocolos de lending.

A força da Aave está na infraestrutura e no volume que ela movimenta.

Plasma

Ainda em estágio de desenvolvimento, o projeto Plasma se propõe a criar uma blockchain dedicada a stablecoins.

A ideia é oferecer transações gratuitas, com foco em privacidade e alto desempenho. Já captou mais de 24 milhões de dólares em investimentos e promete entregar inovação em um setor que exige escalabilidade.

Outros nomes que podem ainda serem promissores:

  • Pendle: se beneficia do uso de stablecoins em estratégias de rendimento.

  • Hyperliquid: está bem posicionado dentro do DeFi e tende a capturar parte dessa nova demanda.

  • Maple/Syrup: apesar de ter passado por desafios no passado, o novo token Syrup vem ganhando espaço com crescimento sólido de receita mensal.

  • Ondo (USDY): também aparece como alternativa interessante, conectando RWAs ao mundo das stablecoins e gerando yield direto para quem segura o token.

Por que agora é o momento ideal para explorar o setor de stablecoins

A combinação de liquidez crescente, regulamentações mais favoráveis e o avanço da tokenização no mundo tradicional cria o ambiente perfeito para o crescimento desse setor.

E estamos apenas no começo.

Com o mercado entrando na fase final do ciclo, tradicionalmente marcada pelas maiores valorizações, as stablecoins deixam de ser apenas uma “ponte” para se tornarem o novo centro de novas estratégias.

Essa é uma chance real de construir renda em dólar, de forma sustentável, usando ferramentas que já estão funcionando para milhares de investidores.

Tal como dizemos por aqui: dormindo e coletando dólares. 🖖👽

E não é preciso muito para começar. Mesmo com pouco capital, é possível explorar:

  • Pools de liquidez com stablecoin

  • Estratégias de yield com RWAs

  • Airdrops segmentados por uso de dólar cripto

  • Programas de incentivo de novas blockchains voltadas para stablecoins

Tudo isso já está sendo feito por alunos e membros da comunidade Defiverso.

Com a estrutura certa, o conhecimento certo e a orientação certa, os resultados não só aparecem, como se multiplicam.

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