Você já pensou que mediante os bloqueios econômicos, ausência de privacidade e controle financeiro a única alternativa é o que seja de fato descentralizado?

Eu sempre digo que a moeda Fiat está em constante desvalorização, e que é somente um papel colorido sem lastro e que depende inteiramente de confiança.

Por exemplo, é mais fácil confiar no Bitcoin do que em qualquer moeda tradicional e ainda, por exemplo, estar exposto ao observar o seu preço.

Cripto é o futuro!

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As criptomoedas estão em uma constante de crescimento, não só de preço, mas do que está além, a sua demanda, se vocês observarem, o crescimento das criptos em comparação com a internet, podem ver uma semelhança.

E que ainda há um espaço interessante de crescimento.

Mas vamos entender a história do porquê desse crescimento:

2008 - Alternativa a crise financeira

Aqui foi o estopim para o nascimento do Bitcoin.

Nesse caso, Satoshi Nakamoto publicou o Whitepaper do Bitcoin, propondo uma alternativa descentralizada ao sistema bancário falho, em que crises causadas por má gestão de governos e bancos não impactariam o valor de uma moeda.

Como resultado, os bancos centrais, incluindo o Federal Reserve dos EUA, injetaram trilhões de dólares na economia para evitar o colapso do sistema bancário.

O impacto econômico foi devastador, com milhões de pessoas perdendo suas casas, empregos e economias.

A confiança nas instituições financeiras e governos foi severamente abalada, e a desvalorização do dinheiro se tornou uma preocupação crescente.

2012-13 A crise financeira de Chipre (Chipre)

Foi outro marco no desenvolvimento das criptomoedas. O país enfrentava uma dívida crescente e uma crise bancária que levou a medidas drásticas por parte do governo e da União Europeia.

Em 2013, Chipre recebeu um resgate financeiro de 10 bilhões de euros da Troika (Comissão Europeia, BCE e FMI). No entanto, para garantir esse resgate, foi imposto um confisco parcial das contas bancárias acima de 100.000 euros.

Esse confisco causou pânico nos cidadãos e fez com que muitos procurassem alternativas para proteger seu patrimônio.

Nesse contexto, o Bitcoin foi percebido como uma solução atrativa, já que não poderia ser confiscado ou controlado por um governo.

Esse evento impulsionou o reconhecimento global do Bitcoin como uma forma de proteção contra a interferência governamental e os riscos associados ao sistema bancário tradicional.

2017-20 - Impressão Maciça de Dinheiro pelos Bancos Centrais

Os bancos centrais de várias economias globais imprimiram grandes quantidades de dinheiro para tentar estimular suas economias.

Essa prática, conhecida como quantitative easing (afrouxamento quantitativo), foi adotada principalmente pelos Estados Unidos, Europa e Japão.

Essa estratégia teve o efeito de aumentar a oferta de moeda em circulação, causando a desvalorização de muitas moedas fiduciárias.

O que é extremamente positivo para o mercado.

Embora tenha mantido a economia à tona, também gerou preocupações sobre inflação e perda de poder de compra.

O Bitcoin, com seu limite de 21 milhões de unidades, foi cada vez mais visto como uma reserva de valor, imune à inflação causada pela impressão descontrolada de dinheiro.

2021 - Bloqueio da Mineração de Bitcoin na China

Em maio de 2021, a China anunciou um bloqueio rigoroso à mineração de criptomoedas, especificamente ao Bitcoin.

De acordo com eles: a mineração de cripto exige uma enorme quantidade de energia, e a China, que antes dominava o setor de mineração global (cerca de 70% da mineração de Bitcoin era realizada no país), citou preocupações ambientais e financeiras como as razões para a repressão.

Mas sabemos que a maior parte da mineração de bitcoin é de energia limpa, o Bitcoin com seus incentivos já é positivo.

Esse movimento levou ao fechamento de grandes operações de mineração, o que inicialmente causou uma queda no poder de processamento da rede Bitcoin e uma queda temporária no preço.

Mas, o mercado rapidamente se ajustou, com os mineradores migrando para outros países, como os EUA e o Cazaquistão, onde as regulamentações eram mais favoráveis.

Não adianta tentar banir o incensurável, a rede se adapta. E essa é a maravilha.

2024 - Inflação Descontrolada na Argentina

A Argentina já vinha enfrentando problemas econômicos há anos, com altos níveis de inflação e uma moeda desvalorizada. Em 2024, a inflação no país atingiu um pico de 276%, exacerbando a crise econômica e reduzindo drasticamente o poder de compra da população.

Nesse cenário de incerteza, muitos argentinos começaram a buscar criptomoedas, principalmente o Bitcoin e stablecoins, como uma forma de preservar seu valor e proteger-se contra a hiperinflação.

A adoção de criptomoedas na Argentina disparou, com o país se tornando um dos principais mercados de Bitcoin na América Latina.

Muitos comerciantes começaram a aceitar criptomoedas como forma de pagamento, e o uso de stablecoins, e assim, cresceu exponencialmente, pois ofereciam uma alternativa estável em comparação ao peso argentino.

Considerações Finais

Esses eventos históricos destacam como as criptomoedas emergiram como uma resposta direta a crises financeiras e econômicas.

E é por isso, meu caro, que não para de subir!

Desde a criação do Bitcoin após o colapso financeiro de 2008, até a repressão à mineração na China e a adoção em massa na Argentina, as criptomoedas provaram ser uma alternativa valiosa e resistente ao controle estatal e à desvalorização das moedas fiduciárias.

Acumule enquanto ainda é possível.

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