
Todo mundo fala que o mercado é cíclico.
E é mesmo…

Não tem como negar que existem padrões, e isso é percebido em todos os mercados, são ciclos naturais, inclusive, a volatilidade é tão natural quanto o azul do mar, não tem como negar o que simplesmente é.
Mas há algo diferente acontecendo agora, algo que não se encaixa no padrão de 2017, nem no de 2021….
Dessa vez, o ciclo do Bitcoin não está sendo movido por nerds entusiastas de tecnologia. Mas por fundos trilionários, ETFs, tesourarias corporativas e gestores que antes ridicularizavam o ativo.
As carteiras conhecidas como Dolphins, isso é, endereços que possuem entre 100 e 1.000 BTC continuam aumentando suas posições acima da média de 1 ano, algo que não aconteceu em 2021, quando o mercado já começava a distribuir.

Isso significa que o apetite institucional segue forte. Que o ciclo ainda não acabou.
E que talvez o “topo” que todos esperam nem seja um topo, mas uma transição para uma nova fase, movida por fluxos de ETF e demanda de tesourarias globais.
Pela primeira vez na história, o Bitcoin está inserido no tabuleiro macroeconômico global. E isso muda o ritmo das altas, a profundidade das quedas e o próprio significado de “fim de ciclo”.
Vamos entender a oportunidade que está diante dos nossos olhos! 🖖👇
Os ciclos mudam, mas o motor não é mais o mesmo…
Há uma leitura recorrente no mercado: “o ciclo está no fim”. Mas os dados dizem o contrário…
Se olharmos para o comportamento histórico do Bitcoin, cada ciclo seguiu a mesma lógica: barras verdes representam a fase de alta consistente, quando o preço sobe de forma gradual e as vermelhas marcam o ponto de inflexão, a aceleração parabólica que precede o topo.

Em 2013 e 2017, o mercado virou vermelho rapidamente. Em 2021, a fase foi curta, instável e logo veio o colapso. Agora, a estrutura é diferente.
As barras continuam verdes, o que significa que a fase parabólica sequer começou…
Isso não é interpretação poética, é leitura de ciclo de liquidez.
O mercado está há mais tempo do que nunca em fase de expansão, sem sinal técnico de exaustão, e isso reflete um novo tipo de força: o fluxo estrutural de capital.
Sem contar a escassez do bitcoin ao longo do tempo é cada vez maior:

Em vez de ciclos curtos impulsionados por varejo e euforia, vemos um movimento prolongado, alimentado por liquidez institucional e política monetária.
O Fed iniciou cortes de juros, a liquidez global está voltando, e o capital busca refúgio em ativos de reserva, entre eles, o Bitcoin e o mercado cripto.

O resultado é um ciclo menos previsível, mas muito mais robusto, o mercado segue em alta, mas ainda longe do clímax.
Os modelos antigos, que previam topos baseados em padrões de emoção, começam a falhar porque o dinheiro que define o ritmo agora tem outros incentivos, outro tempo e outro poder.

Durante anos, o mercado leu o Bitcoin como se fosse uma equação simples:
halving → alta parabólica → topo → inverno.
Mas basta olhar os gráficos para ver que o padrão começa a falhar.
As médias móveis que previam topos (como a cruz de 111 e 350 dias) ainda não se cruzaram.
O modelo de curva logarítmica segue em trajetória de expansão e, pela primeira vez, o preço não mostra exaustão perto do topo.

A dominância do Bitcoin continua firme em torno dos 59%, sem o derretimento típico que marca o início da altseason.

E o MVRV Z-Score, que sempre sinalizou euforia quando cruzava a faixa vermelha, ainda está distante disso.

Historicamente, essas métricas apontavam para o mesmo lugar, o fim do ciclo. Mas agora, as métricas indicam o oposto.
O ciclo segue ativo, o mercado segue saudável. Não como um palpite otimista, mas como consequência direta de um ciclo que ainda não atingiu seu pico de liquidez.
O ponto é simples de que os modelos não quebraram por erro, eles foram superados pela maturidade do ativo.
O Bitcoin saiu da fase de bolha e entrou na fase de integração macro.

Agora, ele responde a fluxos institucionais, correlação com commodities e rotação de capital global. E quanto mais ele se integra, mais os ciclos antigos perdem poder explicativo.

O que muda na prática
O Bitcoin deixou de reagir a gatilhos de sentimento e passou a responder a gatilhos de liquidez. que determina a direção do ciclo hoje não é mais o “hype”, mas o fluxo de capital global: juros, rotação de portfólio e demanda institucional.
Isso significa que o ciclo pode se tornar mais longo e mais complexo, com fases de consolidação entre ondas de alta.
E é nesse tipo de ambiente que surgem as melhores oportunidades, porque enquanto o varejo (as sardinhas), esperam o gráfico enlouquecer, o mercado institucional já está acumulando silenciosamente.
O topo desse ciclo provavelmente não será uma explosão visível, mas uma distribuição gradual. E o verdadeiro risco não é chegar atrasado, é sair cedo demais.
Porque os próximos movimentos não virão de narrativas no Twitter, mas de decisões de política monetária, rotação de liquidez e fluxo institucional.
Quem entender isso antes, não vai apenas sobreviver ao próximo ciclo, vai se posicionar dentro dele.
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