
🔄 O mercado de cripto é feito por ciclos, já passamos por DeFi, GameFi, Memecoins, Airdrops, Inteligências Artificiais e assim por diante. O fato é que muitos protocolos se tornaram populares, e por terem passado, não significa que não possam mais crescer.
E é justamente pensando que os ciclos podem retornar, que hoje iremos abordar sobre os principais protocolos de DePIN, que são: Render, Arweave, The Graph e Akash.🖖👇
Antes de tudo, o que é DePIN?
Essa tecnologia nada mais é do que redes de pessoa para pessoa (P2P), em que os indivíduos contribuem com recursos físicos e, em troca, recebem tokens como incentivos.

Essas redes descentralizadas aproveitam o poder da tecnologia blockchain em contratos inteligentes para criar uma infraestrutura segura e transparente de automatização de tarefas, gerenciamento de taxas e distribuição de recompensas.
Mas, como assim?
Por exemplo, imagine que você possui um supercomputador, com um poder de processamento muito alto, mas não utiliza todo esse recurso. Nesse caso, é possível oferecer o seu poder de processamento ocioso para tarefas como renderização 3D, análise de dados ou mineração de criptomoedas para um protocolo DePIN poder distribuir de forma descentralizada para quem precisa.
1. Render (RNDR)

Render é uma rede descentralizada para renderização gráfica. Utilizando a capacidade ociosa de GPUs ao redor do mundo, o protocolo visa transformar o processo de renderização de gráficos 3D em uma tarefa distribuída e eficiente.
Facilitando assim, o acesso a poder computacional de alta performance para artistas, desenvolvedores e empresas que necessitam de renderizações complexas. Ao distribuir a carga de trabalho, o Render reduz custos e tempos de processamento, democratizando o acesso à tecnologia de ponta.
Os pagamentos são feitos no protocolo utilizando o token nativo RNDR, e os fornecedores de poder de GPU só recebem os valores após a conclusão total do trabalho. Dessa forma, este processo garante a segurança da operação.
O RNDR é um token padrão ERC-20 emitido na Ethereum, e serve como token de incentivo no protocolo. O criptoativo foi distribuído da seguinte forma:
65% foi destinado para o Fundo de Desenvolvimento;
25% para os compradores do ICO;
10% para os membros da equipe e conselheiro.
2. Arweave (AR)

Arweave é uma rede de armazenamento de dados descentralizada, que permite guardar dados de forma permanente com um único pagamento inicial, ao contrário dos modelos tradicionais de armazenamento que exigem pagamentos contínuos.
Isso é especialmente útil para arquivos importantes, registros históricos e conteúdo digital, garantindo sua preservação e acessibilidade ao longo do tempo.
Vale ressaltar que o Arweave não é exatamente uma blockchain. Em vez de uma cadeia de blocos que contém transações e dados, como o design típico da maioria das criptomoedas, a Arweave armazena seus dados em uma espécie de gráfico de blocos, onde cada bloco está vinculado a dois blocos anteriores, formando uma estrutura chamada “blockweave”.
No entanto, é importante ficar de olho, seu preço está em correção e diminuindo a adoção.
3. The Graph (GRT)

Conhecido como o “Google das criptomoedas”, é um protocolo descentralizado para indexação e consulta de dados contidos em Blockchains, visando torná-los mais facilmente acessíveis para os usuários, principalmente para desenvolvedores de DApps (Aplicativos Descentralizados).
Assim como o Google indexa a internet, o The Graph indexa os dados de Blockchains, porém de forma descentralizada.
Ou seja, é um protocolo de indexação para consultas de dados em blockchains, permitindo que os desenvolvedores acessem dados de maneira eficiente e estruturada.
Antes do The Graph, extrair e organizar dados de blockchains era uma tarefa complexa e demorada. Com este protocolo, desenvolvedores podem criar APIs chamadas subgrafos, que indexam e consultam dados de forma rápida e eficaz.
Fica válido deixar claro que seu preço não para de corrigir e está nas mínimas, é até difícil dizer que irá se recuperar com a experiência que tenho, ainda que seja um protocolo útil, na prática.
4. Akash (AKT)

Akash é um marketplace descentralizado para computação em nuvem, permitindo que provedores de serviços ofereçam seu poder computacional excedente.
Reduz os custos de computação em nuvem ao criar um mercado competitivo e descentralizado. Usuários podem alugar poder computacional de maneira eficiente e econômica, aproveitando recursos que de outra forma estariam subutilizados. Este modelo também aumenta a resiliência e a disponibilidade dos serviços de nuvem.
É um projeto com uma aderência ainda pequeno no mercado e com um risco proporcional.
Narrativas…
Essas moedas são algumas das que eu estou de olho nos últimos meses, no Defiverso, por exemplo, já compramos algumas dessas e tivemos ótimos resultados surfando o hype da narrativa.
Em especial sobre a sua adoção e o seu tokenomics.
Entretanto, são projetos que são necessários se ter cautela, como sabemos, existem muitos projetos que não conseguem se manter diante de um ciclo inteiro.

Desse modo, se você curtiu este conteúdo, considere fazer uma avaliação abaixo! E tenha cuidado com as narrativas!
Abraços, tmj 👽🖖


