A narrativa mais quente do mercado cripto em 2025 não é meme, nem layer nova, são os perpétuos on-chain!

Você já tinha ouvido falar?

Eles estão atraindo bilhões em volume, quebrando o “monopólio” das corretoras centralizadas e distribuindo airdrops generosos para quem chega cedo.

O exemplo mais falado do momento é a Aster.

Mas por trás da euforia, há uma disputa maior: Hyperliquid, Lighter, Paradex, Backpack e outros protocolos estão brigando para ver quem domina esse mercado.

O que está em jogo não é só qual token vai subir mais, é entender se estamos diante de um superciclo estrutural para os perpétuos on-chain, um movimento capaz de redefinir onde o mercado cripto negocia risco e liquidez.

Vamos entender como o mercado está se movimentando!👇🖖

O que são os perpétuos, e por que essa narrativa importa?

Se você acompanha o mercado, já deve ter ouvido falar em “perpétuos”, mas o que eles são de fato?

Pense em um contrato futuro, só que sem data de vencimento, o trader pode apostar na alta ou na queda de um ativo, usando alavancagem, enquanto isso, paga ou recebe a chamada funding rate para manter a posição.

Até aqui, nada de novo, esse mercado sempre foi gigante, mas concentrado nas exchanges centralizadas, como a Binance, Bybit, OKX.

Só que a virada recente está em outro ponto, o volume está migrando para o DeFi, para corretoras perpétuas que rodam direto na blockchain.

Essa mudança é muito maior do que parece, primeiro, porque leva liquidez para dentro da infraestrutura descentralizada.

Segundo, porque abre espaço para usuários comuns participarem não só como traders, mas como investidores em tokens, provedores de liquidez e até caçadores de airdrops.

Essa narrativa ainda está no início…

Os perpétuos em DeFi começaram a ganhar escala só agora, mas já atraem bilhões em volume, o hype começa com nomes como Hyperliquid e Aster, mas não vai parar neles.

E é por isso que é importante continuar

Hyperliquid x Aster — existe uma melhor opção?

Se tem um nome que dominou a narrativa dos perpétuos foi a Hyperliquid.

Cresceu rápido, virou referência e concentrou boa parte do interesse aberto do mercado. Era o player que todo mundo olhava.

Mas aí surgiu a Aster.

Chegou de forma agressiva, surfando hype, comunidade forte e até o “selo de aprovação” do CZ, que viveu sendo associado à moeda.

O resultado?

O token disparou mais de 1.000% em pouco tempo e chamou atenção de todo o mercado.

No volume de negociação, a Aster já chegou a bater de frente, ultrapassando a Hyperliquid em determinados momentos.

Só que quando olhamos para o open interest, que mostra onde realmente está o dinheiro travado em posições, a Hyperliquid ainda lidera com folga.

Isso mostra o contraste: a Aster é puro hype de curto prazo, enquanto a Hyperliquid ainda concentra a liquidez mais sólida.

Mas a disputa acendeu o setor e trouxe novos olhos para a narrativa dos perpétuos em DeFi.

Concorrência crescente e fragmentação de liquidez

O mercado de perpétuos em DeFi não vai ser monopólio por muito tempo.

Primeiro veio a Hyperliquid, depois a Aster roubou os holofotes, e agora começam a surgir outros nomes, como Lighter, Paradex, Backpack e EDX.

E aqui está o ponto que pouca gente fala, que é quanto mais players entram no jogo, mais a liquidez se fragmenta.

Isso significa que nenhum protocolo vai conseguir “engolir” todo o mercado sozinho, pelo menos não no curto prazo.

Para nós que somos usuários, essa concorrência pode ser positiva, já que aumenta os incentivos, multiplica os programas de pontos e traz novas oportunidades de airdrops.

Mas para os tokens, o efeito pode ser o oposto, como, valuation esticado demais, inflação batendo na porta e uma briga constante por market share.

Por isso, se você está de olho nesse setor, vale mais pensar em como capturar as oportunidades de forma inteligente, aproveitando os diferentes protocolos, do que apostar tudo em um único vencedor.

Tokenomics e riscos escondidos

Todo hype acaba batendo na realidade dos tokenomics.

A Hyperliquid, por exemplo, chegou a um valuation de mais de 40 bilhões em FDV, um número que assusta quando pensamos em quanto capital precisaria entrar para sustentar novas altas.

Para tentar equilibrar, a equipe anunciou mudanças, incluindo queimas de tokens e ajustes no modelo de distribuição. Só que, na prática a maior parte ainda é marketing, pequenas queimas que não resolvem o problema central da inflação.

Já a Aster enfrenta outra questão, o FDV dela já se aproxima do que a Hyperliquid vale hoje, mesmo sendo um protocolo novo e ainda limitado em pares e funcionalidades.

É o tipo de cenário em que o investidor precisa parar e pensar se o preço não corre muito à frente da realidade.

No fim das contas, o risco é claro.

Quanto mais inflados os valuations, menor a margem de segurança, e maior a chance de quem entra no topo virar liquidez de saída para quem chegou antes.

Onde estão as oportunidades reais?

Nem todo mundo precisa sair comprando tokens a preços esticados para participar dessa narrativa, muitas vezes, a melhor forma de capturar valor é mais silenciosa, isso é, interagir cedo com protocolos que ainda não lançaram token.

Projetos como Lighter, Backpack e Paradex estão crescendo em volume e usuários, mas seguem sem token oficial. Isso abre espaço para especulação via airdrops, algo que já vimos recompensar bem em casos anteriores como Hyperliquid e a própria Aster.

Quando o hype ainda não chegou, as recompensas são maiores para quem já está construindo histórico de uso.

E na hora em que os tokens saírem, com valuations inflados e FOMO generalizado, quem se posicionou antes colhe a valorização sem precisar comprar caro.

Essa é a diferença entre correr atrás da euforia e se antecipar.

Mas tudo isso é hype ou superciclo?

Os perpétuos on-chain deixaram de ser promessa e já viraram um dos motores do DeFi, o crescimento de Hyperliquid e o surgimento de Aster mostram que há demanda real, tanto em volume quanto em open interest.

O problema é que junto com essa demanda vem o risco dos valuations inflados e da inflação dos tokens, que podem transformar um hype em dor de cabeça para quem chega tarde.

Estamos falando de um mercado que sempre foi dominado pelas CEXs e que agora começa a migrar de forma consistente para o DeFi, esse movimento não se esgota em um ciclo curto, ele pode abrir caminho para um superciclo inteiro de corretoras descentralizadas.

A grande questão é como cada investidor vai se posicionar, seguir o hype comprando tokens esticados pode custar caro.

Mas explorar protocolos sem token, caçar airdrops e acompanhar de perto quem entrega produto sólido pode ser a diferença entre ser usado como liquidez de saída e estar no lado certo da mesa.

O jogo dos perpétuos está só começando, e a pergunta não é se essa narrativa vai crescer, mas quem vai conseguir surfar a onda sem ser engolido por ela

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