O Bitcoin caiu no fim de semana e encostou nos US$ 74.000.

Isso acontece depois de um trecho longo de alta e agora coloca uma pergunta simples na mesa: onde fica o fundo desse movimento?

O ponto que mudou o jogo, já tinha aparecido antes, quando o preço perdeu a média de 50, essa região sempre funcionou como linha divisória.

Acima dela, o mercado tende a respirar bull. Abaixo dela, vira outra dinâmica.

E o que vimos desde então foi bem “limpo” em termos de estrutura. Perde a região, tenta voltar, não consegue, perde o próximo suporte importante.

O último suporte relevante estava na faixa dos US$ 87.000. Segurou por um tempo, mas foi perdido. A partir dali, o preço ganhou velocidade para baixo e entrou no ponto que vinha sendo repetido há semanas.

O gap entre US$ 80k e US$ 70k.

Agora o Bitcoin está literalmente trabalhando dentro desse gap. A questão não é mais “vai cair ou não”, e sim até onde esse gap será preenchido e onde aparece o primeiro chão consistente.👇👽

O que já está em jogo: a faixa de custo dos ETFs

Na região dos US$ 74k existe um detalhe importante. Esse nível fica próximo do custo médio de aquisição dos ETFs.

Isso dá peso ao preço porque não é apenas técnico, mas é custo médio de um fluxo institucional relevante, operando via produto regulado.

Mas suporte não é escudo. Se o mercado continua perdendo força, ele deixa de segurar e passa a ser apenas mais uma etapa do caminho.

👉 É exatamente esse tipo de leitura estrutural que a gente aprofunda dentro do Defiverso. A próxima abertura da comunidade acontece no dia 5 de fevereiro.

Quem entra agora já chega com o mapa do ciclo bem mais claro:

O que os indicadores de fundo ainda não confirmaram

Quando a gente olha para sinais clássicos de fundo, ainda existe espaço para o mercado esticar.

  • RSI: Nos fundos mais típicos, ele costuma cair mais do que o nível atual;

  • Diferença entre holders de longo prazo e curto prazo: Em fundos de ciclo, esse indicador costuma encostar em patamares bem específicos, e ainda não chegou lá;

  • Percentual de investidores em lucro: Em fundos estruturais, o mercado normalmente reduz bastante o número de pessoas no positivo, o que ainda não aconteceu de forma clara.

Isso não significa que o mercado precise repetir exatamente o passado. Mas indica algo simples: ainda dá para cair mais sem quebrar o padrão histórico.

Eu mesmo acredito em um fundo em 70k.

Claro que não posso bater o martelo, mas minhas posições estão seguindo a minha análise.

Já comprei em 74k, tinha pool montada acima disso e deixei caixa para níveis mais baixos. Não gosto de ficar contando com a sorte.

Onde entra a média de 200 nessa história

Historicamente, a média de 200 funciona como referência nos bear markets. Não como alvo exato, mas como região de respeito.

O ponto-chave é que ela se move com o tempo.

Se o preço permanecer abaixo da média de 50 por meses, lateralizando ou caindo em etapas, a média de 200 vai descendo junto.

Isso cria um cenário em que, mais à frente, a média de 200 pode se aproximar justamente da região de 68k–70k, reforçando essa zona como possível área de fundo estrutural.

E se o mercado der um rally?

Bear markets também respiram. Rallies acontecem.

Um movimento de volta para a região de US$ 87k–90k é plausível. O ponto não é o rally em si, mas o que acontece depois dele.

Se o preço não conseguir recuperar e sustentar acima das resistências, esse movimento vira apenas um alívio dentro de uma estrutura maior de baixa.

Continuidade só existe se houver recuperação clara das médias que hoje atuam como resistência.

Sem isso, rally não invalida a leitura de fundo em construção.

O que TODA essa leitura permite fazer agora:

Nada aqui é previsão. É preparação. Por favor, não confunda isso, até porque ninguém é vidente.

O mercado entrou no gap entre US$ 80k e US$ 70k e está trabalhando dentro dele.

  • A faixa dos US$ 74k tem relevância por custo médio dos ETFs.

  • A região dos US$ 70k aparece como próximo grande teste estrutural.

  • A média de 200 segue como referência mais profunda, caso o ciclo se estenda.

A partir disso, a decisão não é emocional. É de execução e alocação:

  • Quem já executou parte, gerencia caixa;

  • Quem não executou nada, evita ficar esperando o número perfeito;

  • E quem quer sobreviver bem esse ciclo foca em estratégia de carteira, não em bravata.

Se você quer aprender a fazer de uma forma segura e analisar o mercado, aproveite, que dia 5 de fevereiro abrirá a próxima oportunidade de entrar na comunidade:

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