
O Bitcoin voltou a tocar a região dos US$ 103 mil e, como sempre, o mercado se dividiu.

De um lado, quem entrou atrasado e agora sente o pânico bater.

Do outro, quem se preparou, manteve caixa e enxerga exatamente uma oportunidade.
Essa correção não é surpresa, foi o reflexo natural de um ciclo que vinha esticado demais e precisava respirar.
Já estamos há uns dias desenhando esse cenário de preço, e chegamos bem perto analisando os suportes:

Durante meses, o Bitcoin seguiu em alta praticamente sem interrupções, limpando liquidez e deixando o mercado confortável demais e conforto, em cripto, é sempre um mau sinal.
Agora, o movimento parece mais com um reteste saudável do que com o início de um bear market.
A zona atual coincide com médias móveis históricas, que em outros ciclos serviram de base antes de novas pernadas de alta.
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Fundamentos ainda intactos
No meio do barulho das velas vermelhas, uma verdade passa despercebida de que nada mudou nos fundamentos.
Os indicadores on-chain seguem mostrando um mercado em fase de respiro, não de reversão.
O MVRV, métrica que compara o valor de mercado com o preço médio de compra dos investidores, voltou a tocar a linha que historicamente marca os fundos de bull markets, o mesmo ponto em que o preço costuma encontrar suporte antes de retomar tendência.

Outro dado importante é o comportamento dos short-term holders.

Boa parte desses investidores já está em prejuízo, o que geralmente indica exaustão da pressão vendedora. Em ciclos anteriores, quando essa faixa chega ao limite, o mercado costuma inverter.
Enquanto isso, os long-term holders continuam fazendo o que sempre fazem: acumulando. E essa é uma das métricas mais fortes de todas.

Quando quem segura Bitcoin há anos não se mexe, é sinal de que a confiança continua intacta.
No fim das contas, o preço de curto prazo é apenas ruído e o valor real está no comportamento de quem entende o jogo.

Fed e a liquidez têm a ver com isso
Por mais que o gráfico diga muita coisa, é sempre a liquidez global que dita o ritmo do mercado, e, neste momento, o que está em jogo vai muito além do preço do Bitcoin, é o futuro do dinheiro barato.

O Federal Reserve sinalizou que o ciclo de aperto está chegando ao fim.
O QT (Quantitative Tightening), aquele processo de enxugar liquidez, deve ser interrompido nos próximos meses, enquanto os cortes de juros começam a ser colocados na mesa.
O próprio Fed já projeta encerrar 2025 com os juros perto de 3,6%, o que implica dois cortes até dezembro.
Isso significa o quê, na prática?
Mais liquidez circulando, mais apetite por risco, e inevitavelmente, mais fluxo para ativos como o Bitcoin.
Ao mesmo tempo, bancos regionais americanos voltaram a dar sinais de fragilidade, e países como o Japão começam a acender alertas sobre crédito e endividamento.
Esses fatores empurram governos e bancos centrais de volta à mesma saída de sempre: injeção de liquidez.
É o combustível perfeito para o próximo movimento de alta.
Mas aqui entra o ponto que separa quem sobrevive de quem surfa: isso não é garantia de alta imediata, é apenas o cenário macro se alinhando para o que pode ser a última grande perna do ciclo atual.
O jogo agora é de paciência.
Quem entende que a liquidez se move primeiro, e o preço vem depois, sabe que estamos num momento de preparação, não de desespero.

Estratégia: o que fazer agora?
Quando o Bitcoin despenca, a maioria corre para os extremos. Uns entram em pânico e vendem tudo, outros tentam “acertar o fundo” com o que resta.
Os dois erram pelo mesmo motivo, agem na emoção.
O segredo, como sempre, é o DCA (Dollar Cost Averaging).
Inclusive, leia esse texto, caso queira entender melhor:
Entrar aos poucos, sem tentar prever o fundo, comprando por etapas e reduzindo o impacto da volatilidade. É a estratégia que parece entediante no curto prazo, mas faz toda diferença no longo.
O ponto é simples: se o Bitcoin segurar a média móvel de 50 semanas, é sinal de que o ciclo ainda está vivo.
Se perder, não é o fim do mundo, é só mais uma etapa de redistribuição antes da próxima pernada.
Inclusive, um ponto importante é sobre o mayer multiple estar abaixo de 1, e quando isso acontece… geralmente, é fundo.

E você pode estar se perguntando: “Mas será que já caiu tudo?”
Só que a melhor pergunta é: “como posso aproveitar essa queda sem me expor demais?”.
A resposta está no DCA, na gestão de caixa e em manter o foco nos fundamentos e não no medo do dia.

Narrativas e oportunidades paralelas
Enquanto o preço assusta uns, os defizeros já estão de olho nas oportunidades que o ciclo está criando por baixo do radar.

O Bitcoin pode até estar em queda, mas o mercado DeFi não para e é exatamente nesses momentos de respiro que surgem os maiores retornos, nos airdrops, nas pools de liquidez, nos protocolos que ainda não viraram hype.
Mesmo com o BTC lateralizando ou até caindo, é possível continuar gerando renda passiva e colhendo resultados dos airdrops que plantou meses atrás.
Enquanto uns só olham o preço do Bitcoin, outros estão farmando o próximo hype, acumulando tokens, pontos e posições em protocolos que ainda nem foram listados.
No fim, é isso que o Defiverso ensina: não é sobre tentar prever o topo ou o fundo, é sobre estar exposto às oportunidades certas em todas as fases do mercado.
Quem entende isso transforma a queda em lucro e o ciclo em liberdade.

A hora de agir (e não apenas assistir)
Cada ciclo cripto traz um momento em que o mercado se divide entre quem observa e quem age.

O Bitcoin a US$ 103 mil é esse divisor. Uns veem queda, outros veem chance.
Quem entendeu o jogo sabe, o ciclo ainda respira, e o dinheiro inteligente está se posicionando enquanto a maioria sente medo. O segredo é ter método, paciência e conhecimento e é exatamente isso que o Defiverso entrega.
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