
A fase das promessas acabou…
Agora, as empresas estão de fato comprando cripto pra colocar no caixa!

E não estamos falando de ETF nem de fundos, mas sim de companhias abertas colocando Bitcoin, Ethereum, Solana e até Hyperliquid direto na tesouraria.
Na imagem anterior, inclusive, já podemos ver o Brasil representando. É tendência global e não estamos de fora.
É o que chamam lá fora de crypto treasury companies.
Esse movimento tem cara de tendência, e pode moldar o próximo ciclo cripto.
Vamos em partes entender tudo que está acontecendo.
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Por que as crypto treasury companies estão ganhando espaço?
O mercado corporativo sempre buscou formas de proteger caixa e aumentar retorno.
Tradicionalmente, isso se traduz em títulos públicos, dólar ou renda fixa. M
as, no cenário atual, cripto está entrando como uma peça estratégica, tanto por narrativa quanto por oportunidade de valorização.
O que falamos por anos aqui, é o que empresas estão seguindo agora.
O BTC não para de conquistar o mercado mundial:

Tudo começou com o case da MicroStrategy, que se transformou quase em um “ETF de Bitcoin disfarçado de empresa”.
Hoje, ela detém mais de 1% de todo o BTC em circulação e viu suas ações explodirem junto com o ativo.

Agora, essa tese se espalhou:
Mais de 148 empresas listadas já carregam Bitcoin na tesouraria, somando mais de US$ 100 bilhões.
ETH também está na mira, com 11 empresas públicas acumulando o token.
E até Solana entrou no radar, com 7 companhias declarando posição.
No Brasil, o movimento engatinha, mas a Méliuz (CASH3) deu o primeiro passo. A fintech já comprou cerca de R$ 300 milhões em BTC, o que a coloca no mapa como a primeira Bitcoin treasury company da América Latina.

Nem toda empresa que compra cripto merece sua atenção
Com o crescimento desse movimento, muita empresa vai tentar surfar o hype dizendo que tem “cripto na tesouraria”, mas a verdade é que nem todas essas estratégias são sustentáveis.
Algumas vão usar isso como marketing barato. Outras, de fato, estão construindo uma tese sólida. Então como separar o joio do trigo?

Aqui vai um checklist crítico que você deveria aplicar antes de se empolgar com qualquer “crypto treasury company”:
Compra com caixa próprio ou com dívida?
Evita diluir os acionistas?
Investe em tokens que geram renda?
Diversifica em ativos nativos de DeFi?
Tem pouca ou nenhuma dívida de curto prazo?
Possui regras claras de gestão e risco?
Já sobreviveu a um bear market?
Sabe captar via dívida inteligente (ex: bonds ou dívida conversível)?
Falar e inventar por modo é teoricamente fácil, mas funcionar de verdade será para poucas empresas. Bitcoin é moeda, essas empresas precisam também gerar valor e acumular moeda forte.
Não basta sair comprando BTC e achar que serão a melhor empresa do mundo.

Como identificar oportunidades ocultas nessa tendência
Além de avaliar as empresas que estão comprando cripto, vale dar um passo além:
Que tokens estão sendo acumulados silenciosamente por essas tesourarias?
Empresas como BitDigital, SharpLink e Méliuz estão antecipando narrativas.
Muitas vezes, a movimentação dessas empresas antecipa altas nos tokens escolhidos, pois o capital institucional é paciente, mas consistente.
Observar os balanços e anúncios dessas empresas pode revelar tokens que ainda não viraram “moda”, mas que já têm validação silenciosa.
Isso pode ser uma estratégia complementar para o investidor individual: acompanhar os movimentos das “crypto treasury companies” pode revelar ativos subvalorizados com potencial de upside assimétrico.

Por que isso pode mudar o rumo do ciclo?
O interesse de empresas listadas por carregar cripto vai muito além do hype.
Estamos vendo o surgimento de uma nova classe de players estratégicos no mercado e eles jogam com regras diferentes.
Essas empresas não querem só flipar tokens ou especular em altcoins do dia.
Elas estão montando posições estruturais, com visão de longo prazo, capital institucional e, em alguns casos, inteligência de yield que supera muito fundo tradicional.
E qual o impacto disso?
Pressão compradora contínua. Ao contrário de fundos que entram e saem, tesourarias tendem a manter posições por anos.
Validação para ativos menos líquidos. Se uma empresa compra Hyperliquid (HYPE) ou Pendle, está dando um “selo de confiança” institucional para ativos fora do top 10.
Narrativa forte para o mercado. A lógica da "empresa x virou um ETF cripto" vai atrair cada vez mais atenção.
No fim das contas, isso muda a forma como o mercado precifica valor: cripto não é mais só tese de investidor early, mas agora também uma escolha estratégica de tesouraria.
Se essa narrativa se espalhar e tudo indica que vai, o efeito pode ser comparável ao que vimos quando a Tesla comprou Bitcoin em 2021. Mas, desta vez, mais distribuído, com maior diversificação de tokens… e com menos alarde.
E isso pode ser ainda mais bullish.
Use cripto como os grandes, mas do seu jeito
As empresas listadas estão colocando cripto no caixa.
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