
Estamos mais perto do fundo do que você imagina.
Mas isso não significa que já chegamos.
Petróleo caindo, algumas ações caindo, mas o Bitcoin subindo.

Que raios está acontecendo?
Principalmente numa semana cheia de eventos macroeconômicos, com a reunião do FOMC e a decisão de juros americanos na quarta-feira. E no meio disso tudo, o Bitcoin fazendo um rali que muitos não esperavam.
Há duas semanas, apontamos essa possibilidade: um rally de 25% a 30% até a faixa de bull market. É exatamente esse movimento que está acontecendo agora.
Mas antes de qualquer euforia, é preciso entender o que está por trás dessa alta, o que os indicadores dizem e por que a calmaria pode vir antes de uma tempestade. 🖖👇

O cenário macro: nada mudou
Essa semana tem decisões de política monetária em vários países: Brasil, Canadá, zona do euro e, principalmente, Estados Unidos.

Mas a pergunta é: tem alguma surpresa? Algo que justifique essa alta do Bitcoin?
A resposta é não.
Geopoliticamente, o cenário continua tenso.
O estreito de Ormuz foi fechado, o que impacta diretamente o petróleo, a cadeia de suprimentos e, por consequência, a inflação.
É o mesmo roteiro de 2022 com o conflito Rússia-Ucrânia, a história não se repete, mas rima, e está rimando bastante.
Quando se olha os dot plots e o posicionamento dos membros do comitê do Fed, não se espera grandes cortes de juros ao longo desse ano.

O mercado precifica que não haverá corte até outubro de 2026, mantendo os juros em 3,5%.
Isso não é positivo para ativos de risco, que o mercado quer é juros mais baixos e injeção de capital, e, só vai acontecer se algo quebrar.
Macro economicamente e geopoliticamente, nada mudou, não é um ponto pivotal que está fazendo o Bitcoin subir.

Então por que o Bitcoin está subindo?
Se não é macro, o que é?
Olhando intrinsecamente o fundamento do Bitcoin e os dados on-chain, algumas coisas começam a mudar.
Sell Side Risk: está em patamares bem baixos, compatíveis com regiões de bear market de ciclos anteriores. Esses mesmos patamares foram vistos nos fundos de 2018, 2020 (COVID) e 2022.

Long-Term Holders: os investidores de longo prazo estão em regiões de preços bem descontados, próximos de fundos de ciclo de baixa.

Realized Profit: o indicador de lucro/prejuízo do mercado está em patamares semelhantes a julho/agosto de 2022. Para referência, se a FTX não tivesse quebrado naquela época, o movimento provavelmente teria sido de lateralização e depois alta. A quebra da FTX forçou uma capitulação final.

E a Strategy?

Continua acumulando Bitcoin de forma agressiva.
Será que sabem de alguma coisa que o mercado ainda não precificou?
Talvez sim, talvez não.
Mas os dados on-chain que provavelmente analisam são os mesmos apresentados aqui.

O rali é oportunidade ou voo de galinha?
Desde o fundo recente, o Bitcoin subiu cerca de 30-35% em direção à faixa de bull market.

É exatamente o movimento que identificamos semanas atrás.
Mas existem dois cenários agora:
Cenário 1: o preço vai de encontro com a faixa de bull market e rompe. Aí sim começa a se falar em reversão.
Cenário 2: o preço vai de encontro com a faixa de bull market e é rejeitado. Lateraliza, e a faixa desce até encontrar o preço.
Dado o cenário macro e geopolítico, o mais provável parece ser uma rejeição.
Não tem como saber com certeza, ninguém tem bola de cristal, mas os sinais apontam para cautela.
A resistência principal está em US$ 78.000, e a faixa de bull market hoje está em US$ 82.000. São essas as regiões que vão definir o próximo movimento.

Os sinais que indicam proximidade do fundo
Em conteúdos anteriores, foram apresentados os 4 sinais que marcaram o fim dos últimos bear markets.
Um deles merece destaque aqui:
O indicador de base de oferta mostra que, nos ciclos anteriores, o fundo do mercado foi encontrado quando cerca de 25% dos investidores tinham preço médio dentro de uma determinada faixa de preço.

Hoje esse número está em 19,2%, semana passada era 18%. Está subindo, mas ainda não chegou nos 25%.
Quando atingir essa faixa, a chance de o fundo ter sido encontrado vai ser muito alta. Até lá, a expectativa é de lateralização e consolidação.
E é por isso que os dados indicam: estamos mais perto do fundo do que muitos imaginam, os cavaleiros do apocalipse já estão chegando, o próprio Michael Burry falando que o Bitcoin vai entrar numa espiral da morte.
Quando esse tipo de pessimismo extremo aparece, historicamente o mercado está próximo da virada.
Mas próximo não significa que já chegou.

E se for rejeitado? Quais os próximos patamares?
Se a rejeição acontecer na faixa de bull market, os próximos patamares a observar são:
US$ 58.000: média de 25% da base de oferta. É a região onde, historicamente, os fundos se formam.
US$ 46.000-47.000: média de volume (VPVR). É o máximo preço de drawdown dentro dessa análise.

Esses preços são o equivalente aos 10-12K dos ciclos passado.
Aquele preço que todo mundo deseja quando o mercado cai, mas que provavelmente não vai chegar.

Mas qual estratégia manter para esse momento?
O bear market foi identificado por aqui lá em novembro, quando o Bitcoin perdeu a faixa de 50.
Agora, quase cinco meses depois, o mercado está na segunda fase do bear market: a busca pelo fundo.
Quem estava em negação no começo do ano agora se deu conta. E quando essas pessoas começam a revisar preço para 20K e 30K, é justamente quando o fundo está mais perto.
É muito mais inteligente ser pessimista lá em cima, quando se quebra a faixa de 50, do que aqui embaixo, quando já se está próximo do fundo.
O momento agora é de preparação para o próximo ciclo de alta, acumular Bitcoin, manter caixa e ter uma parcela da carteira gerando renda passiva em dólar.
E se você quer acompanhamento direto nessa estratégia, a mentoria do Defiverso oferece exatamente isso:
Seis meses de acompanhamento com plano personalizado;
Estratégia de patrimônio;
Alocação de caixa;
Renda passiva
Com uma plataforma exclusiva para acompanhar carteira;
Rentabilidade;
E muito mais!

Aproveite para conhecer a mentoria e se inscreva no forms, que iremos avaliar a possibilidade e entrar em contato:

